Bolsa Família 2026: pagamentos de janeiro começaram; veja calendário

Bolsa Família começou a pagar a primeira parcela de 2026 nesta segunda-feira, dia 19 de janeiro. O Governo Federal, por meio do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), iniciou os repasses para mais de 18,77 milhões de famílias em todo o Brasil. Esse movimento representa um investimento que ultrapassa a marca de R$ 13,1 bilhões apenas neste mês, com um benefício médio de R$ 697,77 por domicílio. A ação é crucial para garantir segurança alimentar e apoio financeiro a milhões de brasileiros logo no início do ano, um período que costuma ser financeiramente delicado para muitas famílias.
Os pagamentos seguem o tradicional calendário escalonado, que organiza a liberação dos recursos de acordo com o último dígito do Número de Identificação Social (NIS) de cada beneficiário. Dessa forma, o dinheiro chega de maneira ordenada aos cofres das famílias ao longo de todo o mês, evitando sobrecarga no sistema. O processo é simples: quem tem o NIS terminado em 1 recebeu no primeiro dia, enquanto os demais dígitos terão suas datas específicas até o final de janeiro. É importante lembrar que famílias em cidades em situação de emergência ou calamidade pública recebem o benefício prioritariamente, no primeiro dia do cronograma.
Confira o calendário completo para janeiro
Para saber exatamente quando o seu dinheiro estará disponível, basta conferir o último número do seu NIS. O calendário estabelecido pelo governo para este mês é o seguinte: final 1 recebeu no dia 19; final 2, no dia 20; final 3, no dia 21; final 4, no dia 22; e final 5, no dia 23 de janeiro. Após o fim de semana, o cronograma segue com o final 6 no dia 26; final 7 no dia 27; final 8 no dia 28; final 9 no dia 29; e, por fim, o final 0 no dia 30 de janeiro. Portanto, todos os beneficiários terão o recurso creditado até o final do mês, garantindo o suporte necessário para o começo de 2026.
O valor base do benefício é de no mínimo R$ 600 por família, mas esse montante pode ser significativamente maior. Isso acontece devido aos complementos do Benefício Primeira Infância, que adiciona R$ 150 por criança de até 6 anos, e do Variável Familiar, que garante mais R$ 50 por gestante, nutriz ou criança e adolescente entre 7 e 18 anos incompletos. Para continuar recebendo, as famílias precisam manter seus dados atualizados no Cadastro Único a cada dois anos e cumprir condicionalidades, como garantir a frequência escolar e a vacinação das crianças. A Bahia lidera o número de beneficiários, com 2,3 milhões de famílias, seguida por São Paulo (2,2 milhões) e Pernambuco (1,46 milhão).



